Conheça a história dos movimentos estudantis no Brasil

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Os movimentos estudantis conectam estudantes à política e à história do país. Conheça a história desses movimentos.


Nem só de aula e trabalhos acadêmicos vivem os estudantes. Em algumas cenas da história do Brasil, estudantes se conectaram à política através dos movimentos estudantis, para alcançar transformações históricas no país.

A reunião de estudantes em grupos organizados possibilita dar voz às suas pautas sociais. E é por isso que a história desses movimentos se confunde com a própria história do país.

Estudá-los, portanto, é uma forma de conhecer a história do país. Vamos lá? 🙂

O que são os movimentos estudantis?

Assim como o próprio nome sugere, os movimentos estudantis são uma forma de organização política protagonizada por estudantes.

Apesar da diversidade de faixas etárias, os movimentos estudantis formam-se, principalmente, de estudantes do ensino médio, da graduação e da pós-graduação.

Não é obrigatório – tampouco é proibido – o vínculo dos movimentos estudantis à partidos políticos. Isso significa que existem movimentos estudantis ligados a algum partido político da esquerda e da direita. Mas também existem movimentos estudantis completamente autônomos.

Objetivos

Os objetivos dos movimentos estudantis dependem de cada organização. No entanto, de forma geral, os objetivos sempre têm um cunho social. Ou seja: sempre tem o intuito de alguma mudança política, ambiental ou econômica.

Na época da ditadura militar, por exemplo, existiram diversos protestos e combates armados liderados por movimentos estudantis. Quer dizer, o movimento estudantil teve uma grande participação na luta contra a ditatura.

O objetivo, nesse caso, era resgatar a liberdade política e protestar contra toda violência dos governantes da época.

Mas, muitas vezes, também são reinvindicações contra fatos e atos da própria escola ou da universidade.

Histórico dos movimentos estudantis

A história dos movimentos estudantis remonta na época do Brasil Colônia. Na época, em 1788, um grupo de estudantes lutou contra impostos que eram cobrados pela Corte de Portugal. Esse movimento ficou conhecido como Inconfidência Mineira.

Mas somente em agosto de 1937 é fundou-se a UNE (União Nacional dos Estudantes), na primeira passagem de Getúlio Vargas pelo governo. A proposta da UNE é ter uma entidade que represente todos os estudantes em caráter nacional.

Isso representou uma mudança radical na dinâmica dos movimentos estudantis. A partir de então, os movimentos passaram a ter uma maior expressão em todo território nacional.

Conheça alguns movimentos estudantis do Brasil

Sem dúvida, o principal movimento estudantil brasileiro se deu durante o período da Ditadura Militar. Quando se consolidou o golpe militar em 1964, invadiram e incendiaram toda a sede da UNE. Essa ação foi a maior prova do incômodo que a UNE trazia à atuação dos militares.

Durante todo período da ditadura, muitas pessoas foram presas, torturadas e executadas. A censura cresceu de forma exponencial. Nesse contexto, estudantes começaram a se manifestar com frequência contra o regime.

O fim da ditadura coincide com o movimento das “Diretas Já!”, com forte participação de estudantes, que tinham como objetivo a eleição direta para presidente.

Outro movimento estudantil relevante é o Caras-pintadas. Nesse movimento, estudantes protestaram contra as medidas do presidente à época Fernando Collor. O resultado desse movimento culminou no impeachment do presidente Collor.

Mais recente, o movimento estudantil também teve participação nos protestos contra o governo de Michel Temer e no movimento Ele não, contra a eleição do presidente Jair Bolsonaro.

A liderança dos movimentos

Os movimentos estudantis são liderados por grupos e entidades que organizam os protestos. Então, pode-se citar os diferentes Diretórios Centrais Estudantis (DCE), os Centros Acadêmicos (CAs), as Uniões Estaduais dos Estudantes (UEE) e a própria UNE como líderes de movimentos no Brasil.

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